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segunda-feira, 15 de junho de 2015

Financiamento às famílias aumenta 20% até Abril


 
Os bancos têm vindo a abrir a "torneira" do crédito para os particulares. Nos primeiros quatro meses deste ano, emprestaram 2,7 mil milhões de euros às famílias, mais do que no período homólogo, segundo os dados do Banco de Portugal.
 
 
 
 
2.702 milhões de euros. Este foi o montante que os bancos concederam às famílias, entre Janeiro e Abril, revelam os dados publicados pelo Banco de Portugal, esta terça-feira. Este valor representa um crescimento de 20,1% face aos primeiros quatro meses do ano passado. Só no mês de Abril, as instituições financeiras emprestaram 752 milhões de euros aos particulares, mais 26% do que no mesmo mês de 2014.

Por destino de financiamento, o crédito à habitação é aquele que capta mais dinheiro. Em Abril, as instituições financeiras concederam 277 milhões de euros para a compra de casa, o que eleva para 992 milhões de euros o total dos primeiros quatro meses do ano. Os bancos têm vindo a melhorar as condições de financiamento, nomeadamente reduzindo os "spreads". Actualmente, num total de 13 instituições financeiras, seis já têm margens mínimas abaixo de 2% nos empréstimos para a compra de casa.

Para o crédito ao consumo, os bancos emprestaram 261 milhões de euros, em Abril. No acumulado dos primeiros quatro meses do ano, o total de novas operações ascende a 965 milhões de euros, mais do que os 763 milhões de euros financiados no período homólogo.

O destino "outros fins" conseguiu 214 milhões de euros em Abril e um total de 745 milhões de euros nos primeiros quatro meses deste ano.

Já no que se refere às empresas, os bancos emprestaram 2,76 mil milhões de euros, em Abril. Deste total, 1,6 mil milhões foram canalizados para pequenas e médias empresas, enquanto os restantes 1,1 mil milhões de euros foram para grandes companhias (operações de financiamento acima de um milhão de euros).

Este total de novo crédito para as empresas fica aquém dos 2,8 mil milhões de euros emprestados no mês anterior. Entre Janeiro e Abril, os novos financiamentos para empresas ascenderam a 10,5 mil milhões de euros, menos do que os 15,2 mil milhões emprestados no mesmo período de 2014

terça-feira, 14 de abril de 2015

Portugueses estão mais exigentes na escolha de casa.



 
Quase todas as pessoas conseguiam obter um crédito à habitação e não foi difícil vender tudo o que havia para vender em matéria de casas. Nunca o mercado imobiliário tinha vivido momentos de glória como nas duas últimas décadas do século XX e na primeira do que atravessamos agora.

Com a chegada da crise, grande parte desses potenciais proprietários deixaram de conseguir pagar os empréstimos e os bancos ficam 'atolados' com casas vazias. As vendas caíram a pique, a procura diminuiu, a oferta cresceu e fecharam-se as 'torneiras' do crédito à habitação.

Depois de um longo período de desânimo em todo o mercado, a esperança renasceu no final de 2014. As vendas começaram a subir e os bancos dão sinais de apostarem novamente no crédito à habitação. Mesmo que as garantias e o cálculo de risco sejam mais apertados, as instituições bancárias voltaram a um dos seus principais focos de negócio.

Mais cuidado na escolha

Mas qual o perfil actual dos novos proprietários portugueses? O casal António e Maria Faria, com dois filhos, depois de já terem necessidade há algum tempo de uma casa maior, esperaram uns anos. «Com a conjuntura desfavorável para a compra de uma nova habitação, decidimos aguardar, porque as economias não eram muitas e os bancos não estavam receptivos ao empréstimo, só com entradas de 50%, algo impossível para nós. O arrendamento estava fora de questão, queríamos trocar a nossa casa por uma maior e por isso não queríamos perder o que já tínhamos investido na que tínhamos», lembra o casal. Só agora a família Faria voltou à ideia procurar uma nova casa.

A principal preocupação é o local, depois a tipologia e as áreas, nunca esquecendo o preço que podem atingir. Estas são ainda, na verdade, as principais prioridades na escolha de uma casa. O que difere então no perfil dos actuais compradores? António e Maria respondem: o cuidado na escolha. «Antes, não fomos tão exigentes porque pensávamos que a casa que comprámos seria um investimento e que mais tarde poderíamos vender por um preço mais elevado e comprar outra melhor. Não pensámos que poderia ser uma âncora e que poderíamos ficar amarrados a ela durante tanto tempo. Hoje olhamos para uma casa que possa servir para a vida», explicam.

Localização e preço são essenciais para comprar

Actualmente a escolha é mais criteriosa. «Comprar uma casa é muitas vezes uma das decisões mais importantes que se tomam na vida, já que é um bem de valor elevado, que não se pode trocar todos os dias. As famílias procuram, sobretudo, cumprir um sonho de uma vida mais confortável», revela Beatriz Rubio, CEO da Remax Portugal. A responsável adianta ainda que a localização é um factor determinante na escolha de uma casa. As famílias portuguesas procuram muito nos locais onde já residem ou têm apoio familiar, de avós, por exemplo. Gostam de boas áreas, sobretudo na sala, mas também na cozinha. A procura pelos imóveis T3 continua a reunir a preferência.

Beatriz Rubio salienta que o valor da casa é essencial na opção da compra. «No entanto, tendo em conta que a maioria dos portugueses compra através de crédito bancário, o valor da prestação também é determinante quando se escolhe o imóvel», acrescenta.

Luís Lima, presidente da APEMIP - Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal, também concorda que a localização e o preço são os factores que mais pesam na decisão. «O preço é determinante na escolha de um imóvel. Cabe ao cliente analisar as propostas que lhe são apresentadas e avaliar os diferentes factores que interferem no valor do mesmo. Por exemplo, um imóvel no centro da cidade será mais caro do que um da periferia. Cabe ao cliente verificar o que é para si um melhor investimento», esclarece.

O perfil de procura das famílias portuguesas é muito variável, na opinião de Luís Lima. Depende da composição do agregado familiar e da faixa etária, que influenciam muito a tipologia a procurar, e da disponibilidade financeira.

Eficiência energética ainda não é uma prioridade

Quanto à construção e à eficiência energética, ainda não estão dentro das principais preocupações dos compradores. Contudo, estes são mais exigentes e Beatriz Rubio garante que os portugueses estão melhor informados, pelo que quando visitam uma casa, querem informar-se sobre os materiais utilizados e a qualidade de construção, para não terem surpresas depois. «Relativamente à certificação energética, a preocupação prende-se mais com a exigência da nova legislação do que com as reais implicações da certificação», esclarece.

Para Luís Lima a qualidade da construção é efectivamente uma das questões dos clientes. Procuram um imóvel com bons acabamentos, bem construído e que possa durar o máximo de tempo sem obras ou intervenções. «Quanto à certificação energética, eu diria que nos últimos anos se tem notado uma preocupação crescente, se bem que não é ainda factor que pese muito», esclarece.

Já a opção do arrendamento, segundo os dois responsáveis raramente faz um cliente desistir da ideia de adquirir uma casa.
 
Fonte: Sol

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Banco de Portugal: Bancos têm de aplicar taxas negativas no crédito !

 
 
 
 
Os bancos terão de repercutir nos clientes as taxas de juro negativas, provocadas pela queda das taxas Euribor. Esta é a posição assumida pelo Banco de Portugal, que contraria o que foi defendido pela APB.
Taxas negativas na Euribor nos prazos até um mês são uma realidade desde Janeiro. Desde essa altura que se tem discutido como é que esta evolução deve ser aplicada pelos bancos nos créditos à habitação. O supervisor vem agora dizer que as taxas negativas são para ser repercutidas nos clientes.

"As instituições de crédito devem respeitar as condições estabelecidas para a determinação da taxa de juro nos contratos de crédito e de financiamento celebrados com os respectivos clientes", afirma o Banco de Portugal, num comunicado publicado esta terça-feira, 31 de Março. Ou seja, quando a média do mês anterior à revisão for negativa, deve ser aplicada.

"Quando a taxa de juro aplicada a contratos de crédito e de financiamento esteja indexada a um índice de referência, deve resultar da média aritmética simples das cotações diárias do mês anterior ao período de contagem de juros, entende este banco que, nos contratos de crédito e de financiamento em curso, não podem ser introduzidos limites à variação do indexante que impeçam a plena produção dos efeitos decorrentes da aplicação desta regra legal", sublinha a carta circular publicada pelo Banco de Portugal esta terça-feira e que abrange os contratos de crédito celebrados com consumidores e empresas.

A ministra das Finança, Maria Luís Albuquerque, referiu-se na semana passa a esta questão, remetendo para o supervisor uma orientação sobre a forma como a Euribor em "terreno" negativo deve ser reflectida nos contratos com os clientes.

Contudo, sublinhou que "os contratos celebrados devem ser honrados e os contratos celebrados não têm nenhuma limitação à existência de taxas negativas". Maria Luís Albuquerque acrescentou ainda que "devemos ter também em atenção que pode haver depósitos remunerados a taxas negativas", notou. Contudo, quanto aos depósitos, as regras são claras: não pode haver remuneração negativa.

A posição do supervisor contraria a visão da Associação Portuguesa de Bancos (APB), no início de Março. "Entendemos não fazer sentido que a evolução negativa da Euribor possa afectar a taxa de juro global do empréstimo a ponto de esta vir a ser inferior ao ‘spread’, ou seja, à remuneração devida pelo risco suportado pelo banco", disse a APB. Instituições como a CGD, BCP, Santander Totta e Montepio, questionadas sobre a aplicação ou não, revelaram que sempre que o indexante é negativo considera-se que o mesmo equivale a zero.

A Euribor a um mês tocou, esta terça-feira, nos –0,015%, o que leva a média mensal a fixar-se nos –0,01032%. Ou seja, em Abril, alguns consumidores com crédito à habitação já serão afectados por esta evolução.

Como o Negócios avançou na semana passada, o Banco Popular será o primeiro a enfrentar este teste, uma vez que até Dezembro comercializava crédito à habitação indexado à Euribor a um mês. O banco não esclareceu até agora como pretende agir. Contudo, em Janeiro, disse ao Negócios que "actua sempre em respeito aos contratos celebrados", sendo que, regra geral, estes consideram como taxa global do empréstimo a média do indexante adicionada do "spread", não havendo referência a qualquer impedimento a que o indexante seja negativo.

Fonte: Jornal de Negócios

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

DICA : O que fazer quando tem um crédito bancário que não consegue pagar?


Como agir quando se percebe que se está em vias de entrar em incumprimento com o banco é o 32º tema da Deco Alerta. Destinada a todos os consumidores em Portugal, esta rubrica semanal é assegurada pela Deco - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor .


Se é um cliente bancário e está a passar por dificuldades financeiras e por consequência acha que não consegue pagar atempadamente os seus créditos é importante que saiba que já existe um conjunto de direitos na lei que visam ajuda-lo a resolver a situação.

Por um lado, existe o designado PARI – Plano de Ação para o Risco de Incumprimento, caso em que as instituições de crédito estão obrigadas a adotar procedimentos que permitam acompanhar os contratos de crédito prevenindo situações de incumprimento.

Assim, se o cliente bancário alertar o banco de que está com dificuldades económicas em consequência de uma doença, desemprego, etc. e que, por esse motivo, há o risco de incumprimento do seu crédito, este tem direito a receber do banco um documento que o informe sobre os seus direitos e deveres, bem como o banco deverá proceder a uma avaliação da sua capacidade financeira para verificar se tem meios que evitem esse incumprimento, propondo inclusive soluções adequadas à sua situação financeira.

Por outro lado, caso exista já efetivo atraso no cumprimento do contrato de crédito, o cliente bancário tem direito a ser integrado no designado PERSI – Procedimento Extrajudicial de Regularização de Situações de Incumprimento.

Este procedimento visa permitir a reestruturação do crédito, ou seja, o banco apresenta uma ou mais propostas e segue-se uma fase de negociação que permita chegar a uma resolução da situação, permitindo-se que o cliente regularize a situação de incumprimento.

A negociação pode ter por base uma redução da taxa de juro, prolongamento do prazo de amortização do crédito, concessão de um período de carência, etc.

De referir que o banco não pode cobrar comissões pela renegociação das condições do contrato de crédito, nomeadamente quanto à análise e formalização dessa operação.

Aliás, diz a lei que no decurso do PERSI o banco está proibido, entre outros, de agir judicialmente contra o cliente bancário com vista à recuperação do crédito, ou seja, não poderá haver recurso a tribunal, assegurando-se assim um critério de segurança para o cliente bancário.

Não obstante, há situações que podem levar à extinção deste procedimento, como seja a insolvência do cliente, pelo que, em caso de dúvida importa obter informação e acompanhamento junto de entidades acreditadas pelo Ministério da Justiça para intervir nestas matérias, como é o caso do GAS – Gabinete de Apoio ao Sobre-endividado da DECO.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Juro e prestação da casa continua a descer


A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação passou de 1,401% em Novembro para 1,365%, em Dezembro. A prestação média vencida para a globalidade dos contratos fixou-se em 255 euros, 1 euro inferior ao observado no mês anterior.

De acordo com o INE – Instituto Nacional de Estatística a taxa de juro implícita no crédito à habitação decresceu pelo quinto mês consecutivo, fixando-se em 1,365% em Dezembro, o que correspondeu a uma diminuição de 0,036 pontos percentuais (p.p.) comparativamente com o mês anterior.

Para os contratos celebrados nos últimos 3 meses, a taxa de juro implícita passou de 2,994% em Novembro, para 3,022% em Dezembro.

No destino de financimento Aquisição de Habitação, a taxa de juro situou-se em 1,379% e em 3,016%, respectivamente para o conjunto de todos os contratos e para os contratos celebrados nos últimos 3 meses (1,414% e em 2,974% em Novembro).

O valor médio da prestação vencida, para o conjunto dos contratos de crédito à habitação, diminuiu 1 euro, face a Novembro, fixando-se em 255 euros.

Para os contratos celebrados nos últimos 3 meses, o valor médio da prestação foi 350 euros, (330 euros no mês anterior). Os acréscimos do valor médio da prestação vencida nestes contratos, foram determinados pela componente amortização.

Em Dezembro, nos contratos com destino Aquisição de Habitação, o valor médio da prestação vencida diminuiu 2 euros, para 263 euros face ao observado em Novembro. Para este destino de financiamento, e nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, a prestação média vencida passou de 353 euros em Novembro para 375 euros em Dezembro.





segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Crédito à habitação: Dicas para conseguir os melhores spreads


Vai comprar casa e quer pedir um empréstimo ao banco?
Boas notícias. As entidades bancárias estão agora, outra vez, mais recetivas a conceder crédito à habitação. Mas atenção, há truques para garantir que consegue baixar os valores dos spreads que lhe vão cobrar.

Apesar da boa notícia, a verdade é que os spreads praticados continuam a ser elevados, escreve o i. “Pese a tendência de descida verificada nos últimos meses, 3% foi o valor mais baixo conseguido para o cenário em que assegurávamos uma entrada de 20%. A exceção foi para o Santander Totta, que pratica um spread de 2,49% para a solução Select, mas implica domiciliar um vencimento líquido superior a 1500 euros (no caso de um titular) ou a 2500 euros (se forem dois titulares), valor ainda elevado para muitas famílias”, diz a Deco, citada pelo jornal.

Usar as poupanças, por exemplo, pode fazer toda a diferença na obtenção de uma taxa mais atrativa. Já a contratação de produtos associados ao crédito, como cartão de crédito, seguros ou Plano Poupança Reforma (PPR), deixou de ser vantajosa para conseguir melhores condições no empréstimo.

“Quanto menor for a relação entre o financiamento e a garantia oferecida, menor será o risco do banco e, por consequência, o spread obtido”, salienta a Deco acrescentando ainda que ” outra solução poderá passar por adiar a sua decisão de compra até conseguir uma proposta abaixo dos 3%.

Os bancos estão também agora exigentes em termos de garantias exigidas, preocupando-se com o nível de rendimentos das famílias e também a sua estabilidade profissional.


Fonte: idealista

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Concessão de créditos à habitação continua em crescimento



Apesar de notícias menos positivas quanto à situação de alguns bancos portugueses, a concessão de créditos à habitação tem continuado a crescer.
Se em Abril deste ano foram aprovados 169 milhões de euros, em Setembro o volume de crédito foi de 203 milhões de euros. Números que provam que a aquisição de casa continua a aumentar e que os bancos estão mais disponíveis.

 De acordo com o Market Outlook de Novembro de 2014, do Gabinete de Estudos da APEMIP – Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal, no segundo trimestre deste ano foram concedidos 550 milhões de euros, uma subida de 10% face aos 500 milhões do primeiro trimestre. Entre Julho e Setembro o volume de empréstimos voltou a subir, para 573 milhões de euros.

 Em comparação, na prestação média dos novos créditos à habitação também se verificou uma ligeira subida no 3.º trimestre. Em Julho foi de 331 euros, em Agosto cresceu para 340 euros e no mês seguinte já estava nos 353 euros, cerca de 25 a 35 euros acima dos valores dos dois primeiros trimestres.
Créditos a rondar os 80 mil euros.

 O valor médio dos novos créditos à habitação concedidos situou-se entre os 81 mil e os 83 mil euros, números médios um pouco superiores aos trimestres anteriores também: no 2.º trimestre variou entre os 74 mil e os 79 mil euros.
Já no valor médio de avaliação bancária (euros/m²), as alterações foram menores. O mínimo de 990 euros/m² em Abril passou para 1.006 euros em Junho, 1.019 em Agosto e, finalmente, 1.029 euros por metro quadrado em Setembro passado.

 O Algarve superou Lisboa neste trimestre com um valor mais elevado na avaliação bancária: 1.268 euros/m² contra 1.241 na capital. A região Centro é onde se continua a verificar o valor médio mais baixo, 851 euros/m².
Spreads e taxas estáveis

 Quanto ao spread médio aplicado pelos bancos aos novos créditos à habitação, manteve valores próximos variando entre 2,78% (Julho) e 2,80% (Agosto) nos valores mínimos; e nos máximos situou-se entre 3,46% (Julho) e 3,79% (Setembro).

 O mesmo aconteceu com as taxas de juro, com a TANB a atingir um mínimo de 3,08% em Julho e um máximo de 3,13% em Setembro. Já a TAEG teve a mínima de 3,76% em Julho e a máxima de 3,99% em Setembro. Finalmente, a Euribor a seis meses situou-se nos 0,42% em Abril, baixou para os 0,30% em Junho, valor que manteve em Julho. Em Setembro já estava nos 0,20% e 0,18% em Outubro.

 Fonte: Gabinete de Estudos da APEMIP