Mostrar mensagens com a etiqueta Avaliação imóveis. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Avaliação imóveis. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 26 de maio de 2015

Sabia que Abril marca maior subida na avaliação das casas dos últimos anos ?

 
 
O valor médio da avaliação que os bancos fazem das habitações, para conceder créditos, continua a avançar. Em Abril, o impulso deu-se sobretudo nas avaliações de apartamentos. E nas realizadas em Lisboa.
Os bancos estão a avaliar as casas a preços mais elevados. É o terceiro mês de subidas nas avaliações bancárias a habitações, já distantes das fortes quedas registadas durante o período da troika.

Em Abril de 2015, o valor médio da avaliação bancária, que é calculado no âmbito da concessão de crédito à habitação, avançou mesmo a um ritmo inédito desde que há dados. Subiu 2,6% em relação ao mesmo mês do ano passado e, regressando a Janeiro de 2011, não há um avanço tão expressivo.

Segundo os dados divulgados esta segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), Abril foi o terceiro mês consecutivo de subidas na avaliação bancária, que se seguiu a um período de fortes descidas vivido até ao final de 2013 – quando a concessão de crédito deslizou devido aos constrangimentos impostos pela troika, o que obrigou a cortes nas avaliações bancárias.

Apesar do incremento em Abril de 2015, o valor médio situou-se em 1.016 euros por metro quadrado, semelhantes aos níveis verificados no Verão do ano passado.

A área metropolitana de Lisboa marcou os maiores ganhos nos valores médios de avaliação bancária, a par da região Centro. Lisboa e Algarve são as zonas em que os bancos avaliam as habitações a preços mais elevados.

Os apartamentos continuam a ter avaliações mais caras por metro quadrado do que as moradias, segundo os dados do INE.

Na análise em cadeia, a avaliação bancária média das habitações subiu 0,5% em Abril, estando há quatro meses sem decair. 

segunda-feira, 13 de abril de 2015

IMI: Finanças vão reavaliar valor fiscal dos imóveis em todo o país até ao verão

As Finanças estão prestes a avançar com uma grande campanha de reavaliação dos imóveis em todo o país. O objetivo é apurar o valor patrimonial tributário (VPT) exato das casas hoje em dia, a partir do zonamento e do coeficiente de localização que se utilizam para calcular o IMI. A estagnação do mercado imobiliário nacional nos últimos anos poderá favorecer os proprietários.


O secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, citado pelo Jornal de Negócios, diz que "é um passo decisivo para consolidar a reforma da tributação do património urbano e ajustar efetivamente o valor patrimonial tributário dos imóveis ao real valor de mercado".

Os peritos estão já "no terreno" e a previsão é que até ao final do verão o trabalho esteja concluído. As propostas serão submetidas à Comissão Nacional de Avaliação de Prédios Urbanos (CNAPU), que elaborará o mapa final de zonamento e respetivos coeficientes de localização e o submeterá a aprovação do Governo.

A ideia, de acordo com o governante, não será tanto baixar os VPT, mas fazer uma análise mais fina dos zonamentos - uma divisão do município em zonas às quais são atribuídos diferentes coeficientes - entre 0,4 e 3,5 - de acordo com critérios como as acessibilidades, transportes, equipamentos sociais ou os valores praticados no mercado imobiliário.

Proprietários terão de pedir reavaliação para beneficiar.  

Os novos coeficientes de localização, que a Autoridade Tributária e aduaneira está a rever e que deverão estar prontos a ser aplicados em 2016 ao IMI de 2015, não se vão reflectir de forma automática no VPT dos imóveis. Por outras palavras, se pretenderem beneficiar de uma eventual redução, os proprietários terão de requerer a actualização do VPT dos seus prédios.

"Os novos coeficientes de localização apenas são aplicáveis a prédios novos construídos depois da sua entrada em vigor", explicou ao Negócios fonte oficial do Ministério das Finanças. Assim, "os contribuintes que pretendam beneficiar dos novos coeficientes por referência a um prédio já avaliado, em resultado do presente processo de revisão, têm sempre o direito de requerer a actualização do VPT do referido imóvel".

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Queres contratar um seguro multirriscos-habitação? Aprende a calcular o valor dos teus bens

Na altura de avaliar o imóvel e o recheio, tens de ser o mais rigoroso possível. Se o valor que indicar na proposta de seguro ficar abaixo do real, arriscas não receber uma indemnização justa, em caso de sinistro.
No caso do seguro para as paredes, o capital corresponde ao custo de reconstrução do imóvel. Este é, regra geral, muito inferior ao valor de mercado, já que o terreno não conta. Também não são contabilizados fatores de valorização, como a proximidade de zonas comerciais ou transportes, a exposição ao sol, o piso, etc.
Para calcular o capital seguro, determina a área da tua casa e a percentagem das partes comuns que lhe diz respeito (escadas, elevadores, telhado e garagem). Regra geral, esta é indicada no título constitutivo do edifício, na escritura ou na planta para efeitos de IMI. Multiplica a área total pelo preço por metro quadrado que corresponde à zona onde está situado o imóvel.
Eventuais obras ou elementos de qualidade superior (estores elétricos, aquecimento central, etc.) aumentam o valor da habitação, pelo que devem ser refletidos no capital seguro.