Desde 2005 que milhões de euros são retirados de Portugal através da
compra, a preços de saldos, de créditos em incumprimento a bancos
nacionais, por parte de sociedades offshore.
Segundo o «Correio da Manhã», entre 2005 e 2010, duas sociedades que pertencem ao Bank of America (a Investments LLC e a Overseas) compraram à CGD, ao Millennium BCP e ao Santander Totta mais de 838 milhões de euros em créditos que estavam em incumprimento, negociaram com os clientes e enviaram os montantes recuperados para a Holanda ou para Delaware (nos EUA), onde as sociedades têm sede, sem pagar nada ao Fisco.
Os negócios são intermediados por uma importante sociedade de advogados portuguesa, acrescenta o jornal, referindo ainda que a Autoridade Tributária já detetou o esquema, estando a investigar desde o ano passado.
Um dos principais clientes destas sociedades tem sido o Santander Totta, que vendeu um conjunto de créditos no valor de 500 milhões de euros por apenas 15 milhões, quando Nuno Amado ainda era presidente. As negociações foram conduzidas por Vieira Monteiro, que era na altura administrador e é atualmente presidente do banco.
Também a CGD, no tempo de Carlos Santos Ferreira vendeu aos americanos uma carteira de 62 milhões de euros por 13 milhões. Quando o gestor transitou para o BCP voltou a fazer negócio com os americanos, tal como tinham já feito, antes dele, outros presidentes do banco (Paulo Teixeira Pinto e Filipe Pinhal). Ao todo, o BCP vendeu créditos no valor de 276 milhões por 43 milhões de euros.
Segundo o «Correio da Manhã», entre 2005 e 2010, duas sociedades que pertencem ao Bank of America (a Investments LLC e a Overseas) compraram à CGD, ao Millennium BCP e ao Santander Totta mais de 838 milhões de euros em créditos que estavam em incumprimento, negociaram com os clientes e enviaram os montantes recuperados para a Holanda ou para Delaware (nos EUA), onde as sociedades têm sede, sem pagar nada ao Fisco.
Os negócios são intermediados por uma importante sociedade de advogados portuguesa, acrescenta o jornal, referindo ainda que a Autoridade Tributária já detetou o esquema, estando a investigar desde o ano passado.
Um dos principais clientes destas sociedades tem sido o Santander Totta, que vendeu um conjunto de créditos no valor de 500 milhões de euros por apenas 15 milhões, quando Nuno Amado ainda era presidente. As negociações foram conduzidas por Vieira Monteiro, que era na altura administrador e é atualmente presidente do banco.
Também a CGD, no tempo de Carlos Santos Ferreira vendeu aos americanos uma carteira de 62 milhões de euros por 13 milhões. Quando o gestor transitou para o BCP voltou a fazer negócio com os americanos, tal como tinham já feito, antes dele, outros presidentes do banco (Paulo Teixeira Pinto e Filipe Pinhal). Ao todo, o BCP vendeu créditos no valor de 276 milhões por 43 milhões de euros.

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